segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Eis que tudo se fez novo!!!

Aconteceu nesse fim de semana do dia 28 e 29 de novembro o XIX Encontrão do Jebuc, o encontro foi realizado na casa de Espiritualidade da Matriz de Nossa Senhora da Conceição e São José e foi vivenciado o tema "Eis que tudo se faz novo!!!" e isso realmente aconteceu, Deus renovou muitos corações e muitas pessoas tiveram a graça de serem alcançadas pelo amor e pela misericórdia de Deus, vivemos uma experiência profunda principalmente da misericórdia do Senhor, pois ela se manifestava a todo instante em nosso meio, e queremos que essa misericórdia continue a nos alcançar, queremos muito abraçar a todos os novos membros do Jebuc que a partir desse sábado se reunirão todos os dias no Salão Paroquial da Matriz de São Sebastião e dizzer que é bom de ,mais ter vocês em nossa familia Jebuc.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Fala Senhor, preciso ouvir Sua voz!!!


Setembro é o mês dedicado a Biblia Sagrada, o Livro Santo um momento intenso de evangelização e prática da Palavra de Deus!!!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Mês Missionário

É isso aí pessoal é chegado o mês de outubro e junto dele celebramos o mês das missões e de grandes missionários como Santa Terezinha do Menino Jesus, São Francisco de Assis, São Francisco Xavier, Santa Tereza D´avila entre outros e o falar em missão como não lembrar de tatas missões realizadas pelo Jebuc em nossas cidadesvizinhas com seus animados shows e encontrosnas comunidades rurais e em tantos outros lugares, podemos então também dedicar esse mês a todos esse jovens "Santos" e que buscam a santidadeno século XXI, queDeus nos abençoe a nunca sessar aquilo que ele quer para nossas vidas em familia Jebuc

Eugênio Jorge emociona Montes Claros

É galera, foi realmente inesquecivel o que aconteceu no Trinidad Show 10 anos
Montes Claros viveu momentos de grandes divisões e emoções de uma lado a adrenalina dos trios elétricos que escolheu a data de 12 e 13 de setembro para estarem em nossa cidade em mais um carnamontes, do outro lado o agito de uma banda simples de nossa cidade e a emoção de um missionário que nos trouxa marcas do eterno, clima de Festa da carne e do "Espirito" uma atingiu milhares de pessoas, outra mudou a vida e entrou em milhares de corações, emfim Montes Claros viveu momento intensos e a voz que emocionou o Papa emocionou também a cidade de Montes Claros que em um grande coral cantou e proclamou que ninguém nos ama como Deuse sentimos esse amo emanar em nossas vidas e em nossos corações.
obrigado Jebuc pela ousadia de a cada ano realizar o Trinidad Show, obrigado por trazer um pedaço do céu a nós e por fazer com que a festa do céu aconteça na terra...

nossa gratidão
Equipe do Blog Familia Jebc

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Só quem ama sabe ser fiel

Todos nós temos necessidade de ter alguém que se comprometa conosco, que abrace a nossa causa, defendendo-nos, ajudando-nos e cuidando de nós. Temos necessidade de ser amados e acolhidos, principalmente nos momentos de dificuldade.
Precisamos tomar consciência de que não estamos sozinhos, porque o próprio Senhor nos prometeu que estará conosco todos os dias da nossa vida, e está sempre ao nosso lado.
É a Ele que devemos recorrer sempre, porque Ele sempre nos chama e nos consola: “Vinde a mim vós todos que estais aflitos sob o fardo e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (Mateus 11, 28-30).
Descansemos em Jesus e deixemo-nos cuidar por Ele. Façamos um ato de entrega de todas as nossas preocupações e inquietações a Ele, porque o Senhor sabe como fazer e como resolver todas as situações.
Com confiança, aproximemo-nos de Nosso Senhor Jesus Cristo e oremos incessantemente ao longo deste dia:
Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago
có-fundadora da comunidade Canção Nova

terça-feira, 14 de abril de 2009

Páscoa - Jesus é o Senhor!

Liturgia
Dom Pedro José Conti

A solenidade da Páscoa é a maior festa dos cristãos. Nestes dias lembramos a paixão, a morte na cruz e a ressurreição de Jesus. Fatos relatados nos Evangelhos e sempre lembrados pelos discípulos e seguidores dele em qualquer época ou cultura se encontrem. Também os mais distraídos ou superatarefados param um pouco na Sexta-feira da Paixão. Todos os que, de uma forma ou de outra, ouviram falar de Jesus percebem o respeito que devemos à sua morte, e a absoluta novidade que representa a fé na sua ressurreição.
Contudo poderíamos pensar que se passaram tantos anos, com tantas novidades por aí, por que nos lembrarmos disso ainda? É que se os cristãos parassem de zelar pela memória do Senhor, logo deixariam de ser os tais. Com efeito, como nos lembrou a Conferência de Aparecida: Jesus não convidou os discípulos a seguir uma doutrina, a se vincular a algo de transcendente, ou a obedecer a uma lei. Ele os chamou a segui-lo mais de perto, a seguir a ele mesmo como pessoa. É verdade que os anos passaram, mas os verdadeiros seguidores de Jesus devem continuar a buscá-lo, para reconhecê-lo, entendê-lo e segui-lo, hoje e sempre, na liberdade da fé e do amor.
A Páscoa que celebramos, portanto, não é a comemoração de histórias do passado, mais ou menos bem contadas, ou dramatizadas. Ao contrário, é a possibilidade que nos é oferecida de participar do grande evento que chamamos de redenção, dos seus frutos e das suas conseqüências.
Dizendo com outras palavras. Jesus está vivo, ressuscitado, e continua a nos chamar a segui-lo. Ser cristão, para muitos, pode ser uma simples formalidade ou um acessório de sua existência humana, mais ligado às circunstâncias, como ter nascido num país e numa família cristã e católica, por exemplo, sem alguma conseqüência prática ou moral. Para que as coisas não fiquem na superfície, e para nos tornarmos cristãos mais sérios e amorosos, cada um de nós precisa refazer o caminho e a experiência dos primeiros discípulos e dos cristãos de todos os tempos.
A fé cristã se resume em três afirmações: Jesus morreu, Jesus ressuscitou, Jesus é o Senhor! De novo precisamos entender o sentido daquela morte na cruz, o abismo de mal, violência e injustiça no qual o Cristo mergulhou. Nós também continuamos a gritar: “Crucifica-o!”, nós também lavamos as nossas mãos, cuspimos no rosto dele e zombamos do seu fracasso. Devemos entender, dirigidas a nós, as palavras de Pedro no dia de Pentecostes: “Vós matastes Jesus de Nazaré!”.
Da mesma forma precisamos fazer a experiência do maravilhamento das mulheres e dos apóstolos quando chegaram ao sepulcro e o encontraram vazio. Passamos pela incerteza da busca até que o Ressuscitado nos chame pelo nome como fez com Madalena, e nós possamos também reconhecê-lo, ajoelhando-nos aos seus pés.
Não tem outro caminho para chegar à confissão da fé: Jesus é o Senhor! Nenhuma das etapas pode ser omitida. Ninguém chega a seguir o Mestre de verdade passando por atalhos. Foi o que Jesus explicou aos discípulos de Emaus, mostrando-lhes a necessidade que o Cristo sofresse para entrar na sua glória. Os dias da Páscoa são para todos nós a oportunidade para avaliar se podemos ou não dizer que Jesus é o nosso Senhor; se o estamos seguindo com alegria e confiança, buscando sempre a sinceridade nas nossas palavras e ações. Se deixamos, ou não, que o seu exemplo de amor nos conduza pelos caminhos da generosidade, do serviço, do perdão e da paz. É possível experimentar tudo isso ainda hoje, na comunidade, na liturgia, na fraternidade, no sorriso e no testemunho de vida dos que podem dizer novamente como os apóstolos: “Vimos o Senhor!”. É a alegria da Páscoa. Não tem alegria maior.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - por CNBB

O discernimento na vida pessoal

Espiritualidade

Vamos à guia do Espírito no caminho espiritual de cada crente. Situa-se sob o nome de discernimento de espíritos. O primeiro e fundamental discernimento de espíritos é o que permite distinguir «o Espírito de Deus» do «espírito do mundo» (cf. 1 Co 2, 12). São Paulo dá um critério objetivo de discernimento, o mesmo que havia dado Jesus: o dos frutos. As «obras da carne» revelam que certo desejo vem do homem velho, pecaminoso; «os frutos do Espírito» revelam que vem do Espírito (cf. Gál 5, 19-22). «A carne, de fato, tem desejos contrários ao Espírito e o Espírito tem desejos contrários à carne» (Gál 5, 17). Contudo, às vezes este critério objetivo não basta, porque a eleição não é entre o bem e o mal, mas entre um bem e outro bem, e se trata de ver o que é que Deus quer em uma circunstância precisa. Sobretudo para responder a esta exigência, Santo Inácio de Loyola desenvolveu sua doutrina sobre o discernimento. Convida a olhar sobretudo uma coisa: as próprias disposições interiores, as intenções (o «espírito») que estão detrás de uma escolha. Santo Inácio sugeriu os meios práticos para aplicar estes critérios. Um é o seguinte. Quando se está diante de duas possíveis opções, é útil deter-se primeiro em uma, como se tivesse que segui-la sem dúvida; permanecer em tal estado durante um ou mais dias; então avaliar as reações do coração frente a tal eleição: se dá paz, se harmoniza com o resto das próprias eleições, se algo em você o alenta nessa direção, ou, ao contrário, se o tema deixa um pouco de inquietude... Repetir o processo com a segunda hipótese. Tudo em um clima de oração, de abandono à vontade de Deus, de abertura ao Espírito Santo. Uma disposição habitual de fundo a realizar, em qualquer caso, a vontade de Deus, é a condição mais favorável para um bom discernimento. Jesus dizia: «meu julgamento é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou» (Jo 5, 30). O perigo, em algumas formas modernas de entender e praticar o discernimento, é acentuar até tal ponto os aspectos psicológicos, que se esquece que o agente primário de todo discernimento é o Espírito Santo. Há uma profunda razão teológica nisso. O Espírito Santo é, Ele mesmo, a vontade substancial de Deus, e quando entra em uma alma «se manifesta como a própria vontade de Deus para aquele em quem se encontra». O fruto concreto desta meditação poderia ser uma renovada decisão de confiar-se em tudo e para tudo à guia interior do Espírito Santo, como em uma espécie de «direção espiritual». Está escrito que «quando a nuvem se elevava de cima da morada, os israelitas levantavam o acampamento. Mas se a nuvem não se elevava, eles não levantavam o acampamento» (Ex 40, 36-37). Tampouco nós devemos empreender nada se não é o Espírito Santo – de quem a nuvem, segundo a tradição, era figura – quem nos move e sem tê-lo consultado antes de cada ação. Temos o exemplo mais luminoso disso na própria vida de Jesus. Jamais empreendeu nada sem o Espírito Santo. Com o Espírito Santo foi ao deserto; com o poder do Espírito Santo regressou e iniciou sua pregação; «no Espírito Santo» escolheu seus apóstolos (cf. Atos 1, 2); no Espírito orou e se entregou a si mesmo ao Pai (cf. Hb 9, 14). São Tomás fala desta condução interior do Espírito como de uma espécie de «instinto próprio dos justos»: «Como que na vida corporal o corpo não é movido mais que pela alma que o vivifica, assim na vida espiritual cada movimento nosso deveria provir do Espírito Santo». É assim como atua a «lei do Espírito»; é o que o Apóstolo chama de «deixar-se guiar pelo Espírito» (Gál 5, 18). Devemos abandonar-nos ao Espírito Santo como as cordas da harpa aos dedos de quem as toca. Como bons atores, ter o ouvido atento à voz do apontador escondido, para recitar fielmente nossa parte no cenário da vida. É mais fácil do que se pensa, porque nosso apontador nos fala dentro, ensina-nos todas as coisas e nos instrui em tudo. Basta às vezes um simples olhar interior, um movimento do coração, uma oração. De um santo bispo do século II, Meliton de Sardes, lê-se este belo elogio que desejo que pudesse se repetir sobre cada um de nós depois de morrer: «Em sua vida fez tudo movido pelo Espírito Santo».

quarta-feira, 11 de março de 2009

Uma pipa no céu...

A vida exige leveza, assim como a viagem. A estrada fica mais bonita quando podemos olhá-la sem o peso de malas nas mãos.Seguir leve é desafio. Há paradas que nos motivam compras, suplementos que julgamos precisar num tempo que ainda não nos pertence, e que nem sabemos se o teremos.Temos a pretensão de preparar o futuro. Eu tenho. Talvez você tenha também. É bom que a gente se ocupe de coisas futuras, mas tenho receio que a ocupação seja demasiada. Temo que na honesta tentativa de me projetar, eu me esqueça de ficar no hoje da vida.Os pesos nascem desta articulação. Coisas do passado, do presente e do futuro. Tudo num tempo só.Há uma cena que me ensina sobre tudo isso. Vejo o menino e sua pipa que não sobe ao céu. Eu o observo de longe. Ele faz de tudo. Mexe na estrutura, diminui o tamanho da rabiola, e nada. O pequeno recorte de papel colorido, preso na estrutura de alguns feixes de bambú retorcidos se recusa a conhecer as alturas.O menino se empenha. Sabe muito bem que uma pipa só tem sentido se for feita para voar. Ele acredita no que ouviu. Alguém o ensinou o que é uma pipa, e para que serve. Ele acredita no que viu. Alguém já empinou uma pipa ao seu lado. O que ele agora precisa é repetir o gesto. Ele tenta, mas a pipa está momentaneamente impossibilitada de cumprir a função que possui.Sem desistir do projeto, o menino continua o seu empenho. Busca soluções. Olha para os amigos que estão ao lado e pede ajuda. Aos poucos eles se juntam e realizam gestos de intervenção...Por fim, ele tenta mais uma vez. O milagre acontece. Obedecendo ao destino dos ventos, a pipa vai se desprendendo das mãos do menino. A linha que até então estava solta vai se esticando. O que antes estava preso ao chão, aos poucos, bem aos poucos, vai ganhando a imensidão do céu.O rosto do menino se desprende no mesmo momento em que a pipa inicia a sua subida. O sorriso nasceu, floresceu leve, sem querer futuro, sem querer passado. Sorriso de querer só o presente. As linhas nas mãos. A pipa no céu...

terça-feira, 10 de março de 2009

FAMILIA JEBUC 20 ANOS

AONDE MANDAR EU IREI!!!

Essa frase é uma parte da musica Nossa Missão da cantora Adriana, e tem sido muito importante para a Familia de Jovens Jebuc, pois tem expressado justamente o desejo que temos de servir a Deus onde ele quer, o JEBUC foi fundado no dia 10 de julho de 1989, pelo Geraldo e mais alguns alunos do colégio Durce Sarmento e tinha como primeiro objetivo o de anunciar Jesus ao coração daqueles estudantes, mas com o passar dos anos Deus foi mostrando que queria algo a mais da Familia Jebuc e ela ainda dentro do colégio foi crescendo e acolhendo jovensque não pertenciam ao colégio Dulce Sarmento, juntamente com a Santa Igreja a Familia Jebuc foi passando por algumas mudanças e Deus tinha planos mais ousados ao grupo e que iria exigir sacrificio e sofriemnto de seus membros, mas a vontade de Deus precisava de acontecer e aconteceu, assim sendo no ano de 2004 onde o Grupo comemorava seus 15 anos de fundação fomos convidados a nos retirar-mos das dependências do Colégio Dulce Sarmento onde fomos acolhidos pela Paróquia de São Sebastião nas pessoas de Pe Robério e Frei Valdo, vimos que essa era a vontade de Deus e que ele nos queria servindo a uma Paróquia por inteiro, isso custou muito os coordenadores onde foram criticados e humilhados mas a Nossa Missão era essa e Cristo estaria conosco, passamso por momentos decisivos, dificeis e de muita alegria, hoje temos a graça de completar 20 anos em julho deste ano e sentimos arder em nosso coraçãoesse servir a Deus onde ele nos manda com alegria e sendo Familia. Muitos marcaram nossa história e queremos aqui registrar nossa gratidão, aos nossos fundadores de maneira especial o Geraldo que teve a idéia de criar este grupo, os nossos tantos amigos que nos marcam d maneira especial o Padre Hernane, Padre Marcos a Paola e o Sérgio da comunidade Missionária de Villarégia, O Padre Robério, Frei Valdo, Padre Júnior, Padre Fernando, Padre João Batista, o nosso querido Padre Harley fruto de nossa familia de jovens, o nosso agradecimento ao Colégio Dulce Sarmento onde passamos 15 anos e nossa história, aos coordenadores do grupo no ano de 2000 que teve a idéia de realizar o Trinidad Show que nesse ano completa 10 anos, e a queridissima Paróquia São Sebastião que nos acolheu e nos permite a cada dia viver a nossa missão e realizar osplanos de Deus para o Jebuc. a todos o nosso muito obrigado!