sexta-feira, 10 de setembro de 2010

No Coração da Igreja


"No coração da Igreja quero me consagrar, no coração da Igreja quero sero amor, no coração da Igreja quero me consumir, no coração da Igreja vou ser pobre Senhor"

Esse ano a Igreja Particular de Montes Claros celebra o seu centenário e é com alegria que a Igreja São Sebastião vive o seu cinquentenário e nossa Familia de Jovens vive o seu 21º ano de fundação no coração de nossa Igreja Parabéns Familia Jebuc, Parabéns Paróquia São Sebastião e Parabéns Arquidiocese de Montes Claros que possamos continuar a viver o amor no coração da nossa amada Mãe Igreja.

Vem aí a missão rural de claraval

É isso galera lamentamos muito o ocorrido com o Trinidad Show 11 mas nossa missão não pode parar, somos uma Familia de Jovens vocacionada ao amor e a misericórdia de Deus e por Ele somos convidados a anunciá-lo pelos confins do universo, por isso nesse mês de outubro estamos nos preprando para uma bela missão em Claraval - MG, depois de 5 anos retornaremos a claraval para um momento inesquecivel de anuncio e alegria, em breve maiores informações nas reuniões do Jebuc.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Eis que tudo se fez novo!!!

Aconteceu nesse fim de semana do dia 28 e 29 de novembro o XIX Encontrão do Jebuc, o encontro foi realizado na casa de Espiritualidade da Matriz de Nossa Senhora da Conceição e São José e foi vivenciado o tema "Eis que tudo se faz novo!!!" e isso realmente aconteceu, Deus renovou muitos corações e muitas pessoas tiveram a graça de serem alcançadas pelo amor e pela misericórdia de Deus, vivemos uma experiência profunda principalmente da misericórdia do Senhor, pois ela se manifestava a todo instante em nosso meio, e queremos que essa misericórdia continue a nos alcançar, queremos muito abraçar a todos os novos membros do Jebuc que a partir desse sábado se reunirão todos os dias no Salão Paroquial da Matriz de São Sebastião e dizzer que é bom de ,mais ter vocês em nossa familia Jebuc.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Fala Senhor, preciso ouvir Sua voz!!!


Setembro é o mês dedicado a Biblia Sagrada, o Livro Santo um momento intenso de evangelização e prática da Palavra de Deus!!!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Mês Missionário

É isso aí pessoal é chegado o mês de outubro e junto dele celebramos o mês das missões e de grandes missionários como Santa Terezinha do Menino Jesus, São Francisco de Assis, São Francisco Xavier, Santa Tereza D´avila entre outros e o falar em missão como não lembrar de tatas missões realizadas pelo Jebuc em nossas cidadesvizinhas com seus animados shows e encontrosnas comunidades rurais e em tantos outros lugares, podemos então também dedicar esse mês a todos esse jovens "Santos" e que buscam a santidadeno século XXI, queDeus nos abençoe a nunca sessar aquilo que ele quer para nossas vidas em familia Jebuc

Eugênio Jorge emociona Montes Claros

É galera, foi realmente inesquecivel o que aconteceu no Trinidad Show 10 anos
Montes Claros viveu momentos de grandes divisões e emoções de uma lado a adrenalina dos trios elétricos que escolheu a data de 12 e 13 de setembro para estarem em nossa cidade em mais um carnamontes, do outro lado o agito de uma banda simples de nossa cidade e a emoção de um missionário que nos trouxa marcas do eterno, clima de Festa da carne e do "Espirito" uma atingiu milhares de pessoas, outra mudou a vida e entrou em milhares de corações, emfim Montes Claros viveu momento intensos e a voz que emocionou o Papa emocionou também a cidade de Montes Claros que em um grande coral cantou e proclamou que ninguém nos ama como Deuse sentimos esse amo emanar em nossas vidas e em nossos corações.
obrigado Jebuc pela ousadia de a cada ano realizar o Trinidad Show, obrigado por trazer um pedaço do céu a nós e por fazer com que a festa do céu aconteça na terra...

nossa gratidão
Equipe do Blog Familia Jebc

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Só quem ama sabe ser fiel

Todos nós temos necessidade de ter alguém que se comprometa conosco, que abrace a nossa causa, defendendo-nos, ajudando-nos e cuidando de nós. Temos necessidade de ser amados e acolhidos, principalmente nos momentos de dificuldade.
Precisamos tomar consciência de que não estamos sozinhos, porque o próprio Senhor nos prometeu que estará conosco todos os dias da nossa vida, e está sempre ao nosso lado.
É a Ele que devemos recorrer sempre, porque Ele sempre nos chama e nos consola: “Vinde a mim vós todos que estais aflitos sob o fardo e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (Mateus 11, 28-30).
Descansemos em Jesus e deixemo-nos cuidar por Ele. Façamos um ato de entrega de todas as nossas preocupações e inquietações a Ele, porque o Senhor sabe como fazer e como resolver todas as situações.
Com confiança, aproximemo-nos de Nosso Senhor Jesus Cristo e oremos incessantemente ao longo deste dia:
Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago
có-fundadora da comunidade Canção Nova

terça-feira, 14 de abril de 2009

Páscoa - Jesus é o Senhor!

Liturgia
Dom Pedro José Conti

A solenidade da Páscoa é a maior festa dos cristãos. Nestes dias lembramos a paixão, a morte na cruz e a ressurreição de Jesus. Fatos relatados nos Evangelhos e sempre lembrados pelos discípulos e seguidores dele em qualquer época ou cultura se encontrem. Também os mais distraídos ou superatarefados param um pouco na Sexta-feira da Paixão. Todos os que, de uma forma ou de outra, ouviram falar de Jesus percebem o respeito que devemos à sua morte, e a absoluta novidade que representa a fé na sua ressurreição.
Contudo poderíamos pensar que se passaram tantos anos, com tantas novidades por aí, por que nos lembrarmos disso ainda? É que se os cristãos parassem de zelar pela memória do Senhor, logo deixariam de ser os tais. Com efeito, como nos lembrou a Conferência de Aparecida: Jesus não convidou os discípulos a seguir uma doutrina, a se vincular a algo de transcendente, ou a obedecer a uma lei. Ele os chamou a segui-lo mais de perto, a seguir a ele mesmo como pessoa. É verdade que os anos passaram, mas os verdadeiros seguidores de Jesus devem continuar a buscá-lo, para reconhecê-lo, entendê-lo e segui-lo, hoje e sempre, na liberdade da fé e do amor.
A Páscoa que celebramos, portanto, não é a comemoração de histórias do passado, mais ou menos bem contadas, ou dramatizadas. Ao contrário, é a possibilidade que nos é oferecida de participar do grande evento que chamamos de redenção, dos seus frutos e das suas conseqüências.
Dizendo com outras palavras. Jesus está vivo, ressuscitado, e continua a nos chamar a segui-lo. Ser cristão, para muitos, pode ser uma simples formalidade ou um acessório de sua existência humana, mais ligado às circunstâncias, como ter nascido num país e numa família cristã e católica, por exemplo, sem alguma conseqüência prática ou moral. Para que as coisas não fiquem na superfície, e para nos tornarmos cristãos mais sérios e amorosos, cada um de nós precisa refazer o caminho e a experiência dos primeiros discípulos e dos cristãos de todos os tempos.
A fé cristã se resume em três afirmações: Jesus morreu, Jesus ressuscitou, Jesus é o Senhor! De novo precisamos entender o sentido daquela morte na cruz, o abismo de mal, violência e injustiça no qual o Cristo mergulhou. Nós também continuamos a gritar: “Crucifica-o!”, nós também lavamos as nossas mãos, cuspimos no rosto dele e zombamos do seu fracasso. Devemos entender, dirigidas a nós, as palavras de Pedro no dia de Pentecostes: “Vós matastes Jesus de Nazaré!”.
Da mesma forma precisamos fazer a experiência do maravilhamento das mulheres e dos apóstolos quando chegaram ao sepulcro e o encontraram vazio. Passamos pela incerteza da busca até que o Ressuscitado nos chame pelo nome como fez com Madalena, e nós possamos também reconhecê-lo, ajoelhando-nos aos seus pés.
Não tem outro caminho para chegar à confissão da fé: Jesus é o Senhor! Nenhuma das etapas pode ser omitida. Ninguém chega a seguir o Mestre de verdade passando por atalhos. Foi o que Jesus explicou aos discípulos de Emaus, mostrando-lhes a necessidade que o Cristo sofresse para entrar na sua glória. Os dias da Páscoa são para todos nós a oportunidade para avaliar se podemos ou não dizer que Jesus é o nosso Senhor; se o estamos seguindo com alegria e confiança, buscando sempre a sinceridade nas nossas palavras e ações. Se deixamos, ou não, que o seu exemplo de amor nos conduza pelos caminhos da generosidade, do serviço, do perdão e da paz. É possível experimentar tudo isso ainda hoje, na comunidade, na liturgia, na fraternidade, no sorriso e no testemunho de vida dos que podem dizer novamente como os apóstolos: “Vimos o Senhor!”. É a alegria da Páscoa. Não tem alegria maior.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - por CNBB

O discernimento na vida pessoal

Espiritualidade

Vamos à guia do Espírito no caminho espiritual de cada crente. Situa-se sob o nome de discernimento de espíritos. O primeiro e fundamental discernimento de espíritos é o que permite distinguir «o Espírito de Deus» do «espírito do mundo» (cf. 1 Co 2, 12). São Paulo dá um critério objetivo de discernimento, o mesmo que havia dado Jesus: o dos frutos. As «obras da carne» revelam que certo desejo vem do homem velho, pecaminoso; «os frutos do Espírito» revelam que vem do Espírito (cf. Gál 5, 19-22). «A carne, de fato, tem desejos contrários ao Espírito e o Espírito tem desejos contrários à carne» (Gál 5, 17). Contudo, às vezes este critério objetivo não basta, porque a eleição não é entre o bem e o mal, mas entre um bem e outro bem, e se trata de ver o que é que Deus quer em uma circunstância precisa. Sobretudo para responder a esta exigência, Santo Inácio de Loyola desenvolveu sua doutrina sobre o discernimento. Convida a olhar sobretudo uma coisa: as próprias disposições interiores, as intenções (o «espírito») que estão detrás de uma escolha. Santo Inácio sugeriu os meios práticos para aplicar estes critérios. Um é o seguinte. Quando se está diante de duas possíveis opções, é útil deter-se primeiro em uma, como se tivesse que segui-la sem dúvida; permanecer em tal estado durante um ou mais dias; então avaliar as reações do coração frente a tal eleição: se dá paz, se harmoniza com o resto das próprias eleições, se algo em você o alenta nessa direção, ou, ao contrário, se o tema deixa um pouco de inquietude... Repetir o processo com a segunda hipótese. Tudo em um clima de oração, de abandono à vontade de Deus, de abertura ao Espírito Santo. Uma disposição habitual de fundo a realizar, em qualquer caso, a vontade de Deus, é a condição mais favorável para um bom discernimento. Jesus dizia: «meu julgamento é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou» (Jo 5, 30). O perigo, em algumas formas modernas de entender e praticar o discernimento, é acentuar até tal ponto os aspectos psicológicos, que se esquece que o agente primário de todo discernimento é o Espírito Santo. Há uma profunda razão teológica nisso. O Espírito Santo é, Ele mesmo, a vontade substancial de Deus, e quando entra em uma alma «se manifesta como a própria vontade de Deus para aquele em quem se encontra». O fruto concreto desta meditação poderia ser uma renovada decisão de confiar-se em tudo e para tudo à guia interior do Espírito Santo, como em uma espécie de «direção espiritual». Está escrito que «quando a nuvem se elevava de cima da morada, os israelitas levantavam o acampamento. Mas se a nuvem não se elevava, eles não levantavam o acampamento» (Ex 40, 36-37). Tampouco nós devemos empreender nada se não é o Espírito Santo – de quem a nuvem, segundo a tradição, era figura – quem nos move e sem tê-lo consultado antes de cada ação. Temos o exemplo mais luminoso disso na própria vida de Jesus. Jamais empreendeu nada sem o Espírito Santo. Com o Espírito Santo foi ao deserto; com o poder do Espírito Santo regressou e iniciou sua pregação; «no Espírito Santo» escolheu seus apóstolos (cf. Atos 1, 2); no Espírito orou e se entregou a si mesmo ao Pai (cf. Hb 9, 14). São Tomás fala desta condução interior do Espírito como de uma espécie de «instinto próprio dos justos»: «Como que na vida corporal o corpo não é movido mais que pela alma que o vivifica, assim na vida espiritual cada movimento nosso deveria provir do Espírito Santo». É assim como atua a «lei do Espírito»; é o que o Apóstolo chama de «deixar-se guiar pelo Espírito» (Gál 5, 18). Devemos abandonar-nos ao Espírito Santo como as cordas da harpa aos dedos de quem as toca. Como bons atores, ter o ouvido atento à voz do apontador escondido, para recitar fielmente nossa parte no cenário da vida. É mais fácil do que se pensa, porque nosso apontador nos fala dentro, ensina-nos todas as coisas e nos instrui em tudo. Basta às vezes um simples olhar interior, um movimento do coração, uma oração. De um santo bispo do século II, Meliton de Sardes, lê-se este belo elogio que desejo que pudesse se repetir sobre cada um de nós depois de morrer: «Em sua vida fez tudo movido pelo Espírito Santo».

quarta-feira, 11 de março de 2009

Uma pipa no céu...

A vida exige leveza, assim como a viagem. A estrada fica mais bonita quando podemos olhá-la sem o peso de malas nas mãos.Seguir leve é desafio. Há paradas que nos motivam compras, suplementos que julgamos precisar num tempo que ainda não nos pertence, e que nem sabemos se o teremos.Temos a pretensão de preparar o futuro. Eu tenho. Talvez você tenha também. É bom que a gente se ocupe de coisas futuras, mas tenho receio que a ocupação seja demasiada. Temo que na honesta tentativa de me projetar, eu me esqueça de ficar no hoje da vida.Os pesos nascem desta articulação. Coisas do passado, do presente e do futuro. Tudo num tempo só.Há uma cena que me ensina sobre tudo isso. Vejo o menino e sua pipa que não sobe ao céu. Eu o observo de longe. Ele faz de tudo. Mexe na estrutura, diminui o tamanho da rabiola, e nada. O pequeno recorte de papel colorido, preso na estrutura de alguns feixes de bambú retorcidos se recusa a conhecer as alturas.O menino se empenha. Sabe muito bem que uma pipa só tem sentido se for feita para voar. Ele acredita no que ouviu. Alguém o ensinou o que é uma pipa, e para que serve. Ele acredita no que viu. Alguém já empinou uma pipa ao seu lado. O que ele agora precisa é repetir o gesto. Ele tenta, mas a pipa está momentaneamente impossibilitada de cumprir a função que possui.Sem desistir do projeto, o menino continua o seu empenho. Busca soluções. Olha para os amigos que estão ao lado e pede ajuda. Aos poucos eles se juntam e realizam gestos de intervenção...Por fim, ele tenta mais uma vez. O milagre acontece. Obedecendo ao destino dos ventos, a pipa vai se desprendendo das mãos do menino. A linha que até então estava solta vai se esticando. O que antes estava preso ao chão, aos poucos, bem aos poucos, vai ganhando a imensidão do céu.O rosto do menino se desprende no mesmo momento em que a pipa inicia a sua subida. O sorriso nasceu, floresceu leve, sem querer futuro, sem querer passado. Sorriso de querer só o presente. As linhas nas mãos. A pipa no céu...